Cumprimentos com meu ceticismo abundante e minhas linhas abarrotadas por sílabas amarguradas, por vezes forçadas e por outras tão autênticas e indesejadas.
Delicadeza complacente que envolve alguns dos muitos cortes (alguns muito profundos) que intrínsecos, insistem em não se curar.
Horas e horas preenchidas pelo silêncio escorregadio de uma sala vazia. Dias e dias que passam em ritmo acelerado, com a corriqueira companhia da sublime solidão. Meses e meses inacabados, quando o ar se torna repugnante e irrespirável.
Repúdio de histórias já passadas e mil vezes recontadas. Sempre as mesmas canções e os mesmos refrões enjoativos.
Delicadeza complacente que envolve alguns dos muitos cortes (alguns muito profundos) que intrínsecos, insistem em não se curar.
Horas e horas preenchidas pelo silêncio escorregadio de uma sala vazia. Dias e dias que passam em ritmo acelerado, com a corriqueira companhia da sublime solidão. Meses e meses inacabados, quando o ar se torna repugnante e irrespirável.
Repúdio de histórias já passadas e mil vezes recontadas. Sempre as mesmas canções e os mesmos refrões enjoativos.
2 comentários:
Dor é dor, Juliana. Assim como temos invernos e verões, temos tristezas e alegrias. Eles vão e voltam e temos que aprender a passar tranquilos por isso. Faça o possível pra ser quem você quer ser e para as coisas sejam do jeito que você quer que seja. A natureza sempre cria obstáculos, mas, também te cria ferramentas para você passar por eles. Faça o que puder pra ser a melhor Ju pra você mesma. Nós (amigos) estaremos sempre aqui pro que der e vier e prontos pra dar o sangue por ti.
Te adoro, senhorita. Nunca desista, principalmente de você mesma.
Beijos!
PS: Isso é arte. Realmente, senti a mesma agonia que você com certeza. O vermelho que abre o dia com a poeira cinza que cobre o verde e o tempo que faz as coisas passarem pára de repente. Tudo é o que é e nada tem graça. Me emocionei e escrevi um comentário por preocupação (como sempre) por sentir que você sentiu o mesmo que eu senti lendo o teu texto. Ótimo texto, Ju.
Você é demais.
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